quarta-feira, 21 de maio de 2014

SEQUENCIA DE LANÇAMENTO

     
 Após o lançamento do dia 11 de outubro na Livraria Castro Alves, em Araruama, a fábula romântica "O Último em canto" será lançada em São Gonçalo na Livraria Guttemberg, Boullevar Shopping, às 18 horas.Todos os amigos já estão convidados. 
         Este livro foi selecionado por professores, estudantes de mestrado e doutorado em Literatura da UFSC ( Universidade Federal de Santa Catarina), para fazer parte do Livro On-Line de Literatura Infantil e Juvenil,com resenhas de trabalhos de dezenas de escritores catarinenses.
       O livro On-Line, lançado durante a abertura da Semana do Livro de Florianópolis no mês de abril,poderá ser acessado pelo link: http://literaturainfantiljuvenilsc.ufsc.br/autores/guimaraes-aldemir

   

terça-feira, 13 de maio de 2014

LANÇAMENTO

               
 O primeiro lançamento em livraria deste ano já está agendado para o dia 11 de outubro, na Castro Alves de Araruama, a partir das 16 horas. O evento contará com contação de histórias e teatro infantil na programação de comemoração da semana da criança. O livro a ser lançado é a fábula romântica "O último em canto", uma história de amor entre duas cigarras que se apaixonam na Mata Atlântica. 
                     A presença de todos os amigos com a criançada será uma honra para o autor. 

quinta-feira, 8 de maio de 2014

ARENA DE SONHOS

               
                    No pais do futebol, continua sendo um sonho da garotada a conquista de uma vaga em um clube, onde o talento possa ser reconhecido com retorno financeiro. Ganhar bem profissionalmente, através da arte, nunca foi comum na terra dos artistas. É preciso muita perseverança e, acima de tudo, contar com a palavra dos agentes empresariais, cada vez mais ariscos. 
                     O futebol, esporte preferido do brasileiro, esbanja craques em nosso pais. O que mais se vê na atualidade são escolinhas espalhadas pelos quadrantes das grandes cidades. Há público para isso. 
                      O sonho da garotada faz com que o esporte seja incentivado. No entanto, os clubes navegam  num mar de desinteresse em selecionar os melhores jogadores que surgem nas escolinhas, que deveriam servir objetivamente à criança, evitando frustrações. Muitos talentos são dispensados e se perdem na rua da amargura. 
                  Por outro lado, as frustrações ocorrem a partir dos lamentáveis exemplos que os grandes clubes apresentam, como falências quase decretadas, diante da falta de recursos para a própria manutenção, apesar de desfrutarem de gordas arrecadações em todos os campeonatos. 
              No clima da Copa do Mundo tudo é esquecido para que o brasileiro viva a euforia do campeonato mundial, ainda mais sendo em casa. Com frustrações ou não, aqueles que sonharam um dia ser um Pelé, um Garrincha, um Zico, um Romário, um Ronaldinho ou um Neymar Jr, passando por uma escolinha de futebol, hoje se unem à torcida na esperança do título de hexacampeão. 
                     A cada quatro anos a Copa do Mundo busca confraternizar os povos do planeta, através do espírito reinante da competição saudável. A bola rola no campo, na tentativa de humanizar as raças. Na televisão vimos a grama, utilizada como pasto do gado, que também foi útil na confecção da bola. (O gado comeu a grama e deu a pele para a bola rolar...  na grama. Lavoisier). 
                      No espírito da Copa, a alegria impera quando somos vencedores. Vencemos no gramado e perdemos no asfalto, junto com o descontrole emocional dos torcedores, que se fitam como adversários em território do mesmo time, dominados pelo excesso das comemorações. 
                     Já é difícil admitir torcedores adversos enfrentarem-se como gladiadores, pior ainda quando são integrantes da mesma equipe, no caso a seleção brasileira. 
                       Não cabe julgamento quanto ao fator frustração ou não dos agressores mútuos. Mas, quem sabe, poderão ter sonhado um dia ser um Ronaldinho nos campos das escolinhas de futebol. Sem sucesso, preferiram seguir os piores exemplos, fora de campo, dos jogadores agressivos, dignos representantes dos gladiadores na Arena de Sonhos onde, entre milhões, apenas alguns sobrevivem. 

(Do livro Meu Tempo Nosso Tempo)
                   

quarta-feira, 23 de abril de 2014

NUMA FRASE

               Na guerra, a humanidade se devora.

JUVENTUDE QUER DESENVOLVIMENTO

            A juventude está marginalizada, diante da falta de oportunidades que apresenta o panorama pintado em nossa realidade. Fala-se em crescimento econômico. Mas como desenvolver se os recém-formados são despejados num mercado de trabalho sem o mínimo de oferta compatível com a mão de obra oferecida? 
            Jovem é rebelde por natureza. No entanto, sua rebeldia está cada vez mais aguçada, principalmente na classe média, quando deparamo-nos com o declínio do padrão de vida bruscamente, forçosamente, por imposição do marajaismo reinante. 
           A dependência ao desenvolvido trata-se de acomodação de oligarquias beneficiadas pela situação, cujo interesse é manter esse estado de coisas que impede o crescimento. O marajaismo fortalece os poderosos e enfraquece cada vez mais quem depende do trabalho para sobreviver. 
            Ao associarmos desenvolvimento ao fator crescimento, nos deparamos com a desproporcionalidade  existente nos países pobres. Como desenvolver numa roda-viva cujo ciclo vicioso é a manutenção do poder político através do poder econômico dos países pobres ? A dominação dos poderosos só impede o crescimento dos menos favorecidos, quando estes vivem confrontando-se com a cruel realidade da falta de oportunidades. 
               A juventude de um pais anseia pelo reconhecimento de sua vida adulta, capaz de seguir seus quinh
entos anos de história com a inteligência que possui, sem interferência no seu modo de vida. Para que isso aconteça, a dimensão continental precisa ser ocupada de forma harmônica e racional, considerando-se a existência de seus costumes e tradições seculares. Chega de exploração total. Basta de "dar a César " o que não é de "César". 
           Esta relação humilhante fere a dignidade humana no seu mais valoroso direito: o de viver. Mas, não há mais selva, não há mais índios, não há mais metrópolis para onde iam nossas riquezas... 
             A juventude sente o sacrifício dos adultos e manifesta seu ar de independência, demonstrando na busca de empregos que aquela figura do índio já se foi, apesar das oligarquias procurarem a manutenção do império. Para que a paisagem da colonização das atuais metrópolis globais desapareça, nada melhor do que desenvolver. Porém, o desenvolvimento parte da ação dos indivíduos em suas relações econômicas, que precisam ser incentivadas. Sem empregos, a juventude não se desenvolve. Obviamente, como desenvolver um pais sem a força do trabalho de sua juventude ?             

terça-feira, 22 de abril de 2014

GABRIEL GARCIA MÁRQUEZ

         
         
           Abril ficou marcado pelo desaparecimento de uma personalidade latino-americana expressiva na literatura mundial: morte do PENSADOR Gabriel Garcia Márquez.
           Para a  leitura, a morte de um escritor deixa sempre uma lacuna que permanece aberta para a história da literatura penetrar com suas pesquisas infindáveis.
           Em sua homenagem, alguns de seus pensamentos:
         - " A idade não é a que temos, mas a que sentimos."
         - " O bolero é vida."
         - " A sabedoria é algo que quando nos bate à porta já não nos serve para nada."
         - " O segredo de uma velhice agradável consiste apenas na assinatura de um honroso pacto com a solidão."
     

terça-feira, 15 de abril de 2014

MEU TEMPO NOSSO TEMPO

               Este ano completamos uma década do lançamento do livro Meu Tempo Nosso Tempo. Exatamente em abril de 2004 este livro era lançado na 18ª Bienal Internacional de São Paulo, dando início a um trabalho que reflete o cotidiano na ótica do autor. 
                O livro revela uma coletânea de alguns trabalhos literários que caracterizam crônicas, comentários e análises sobre estudos do cotidiano, uns publicados e outros não em jornais e revistas, ao longo dos 30 anos até 2004. A situação econômica-social da população é a temática evidente na presente obra, o que retrata uma preocupação constante em nosso dia-a-dia. 
                As relações riqueza e pobreza, violência e paz, direitos e deveres, os conflitos que determinam dominantes e dominados são objetos de reflexões vivas neste livro, que se resume em uma catarse, às vezes.                
                  Cada trabalho representa uma experiência que nos leva ao confronto da razão com a emoção. Como é possível perceber, há momentos de realismo manifestos em opiniões até conceituais. No entanto, a fantasia se faz presente quando necessário para ilustrar e iluminar um pouco a dura realidade que precisa ser  aliviada. Fatos são lembrados em alguns trabalhos , descritos com narrativa jornalística, ao lado de textos meramente fictícios, de cunho literário. 
                  Será que no decorrer desses 10 anos alguma coisa mudou no contexto do livro, na relação Ideal  com Real ? Ou "ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais...",  na canção de Belchior ? 
                  Que os amigos que leram Meu Tempo Nosso Tempo possam responder !!!

sábado, 12 de abril de 2014

LITERATURA INFANTIL E JUVENIL DA UFSC

              Neste sábado, 12 de abril, será realizada abertura da Semana do Livro em Florianópolis com o lançamento do Livro On-Line de Literatura Infantil e Juvenil da Universidade Federal de Santa Catarina que reúne escritores, autores de trabalhos no estado. 
              O livro apresenta resenhas de dezenas de escritores com seus respectivos dados biográficos. Trata-se de um trabalho elaborado por um seleto grupo de Professores, doutores e doutorandos em Literatura da UFSC, sendo este o segundo ano de edição. 
                 Sinto-me muito honrado em participar desta Edição através da resenha do livro "O Último Em Canto", uma fábula romântica que envolve a mata atlântica.
                 A Literatura está mais enriquecida e motivada com este trabalho de pesquisa da UFSC. Vale a pena conferir no link a seguir:  http://literaturainfantiljuvenilsc.ufsc.br/