segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

LANÇAMENTOS

Os lançamentos de novembro em Curitiba e Florianópolis, dos livros "A Formiga Solitária" e "Jorginho, o menino de ouro", respectivamente, contaram com todo apoio incondicional das livrarias Curitiba e Catarinense, cuja atenção ao autor com preparação do espaço para autógrafos é exemplar para qualquer livraria.
Essas obras literárias, que foram lançadas nos dias 23/11/2011, em Curitiba, no Shopping Estação, e no dia 26/11, na Catarinense Shopping Beiramar, estão à disposição do público infantil, sob avaliação de pais e mestres.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

ESCREVER

Não escrevo pra viver mas vivo para escrever.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

O SONHO DE ARISTÓTELES

O filósofo grego, que viveu a cerca de 2.500 anos atrás, já sonhava com uma sociedade feliz, enveredando pelos caminhos do relacionamento humano.
A Grécia Antiga, berço da nossa civilização cultural, com os exemplos da mitologia, do teatro, da música e da sabedoria milenar filosófica, nos legou esta noção de felicidade.
O pensador Aristóteles tomou a palavra FILIA, que significa amizade, para idealizar uma Cidade Feliz. Para ele todos os habitantes da cidade deveriam relacionar-se como verdadeiros amigos. O que se espera de um relacionamenteo entre amigos nada mais é do que o melhor possível: de inteira respeitabilidade.
Indo um pouco mais adiante, na etimologia da palavra, verificamos a importância das Associações, Sindicactos e Grêmios, Clubes, entre tantos, aos quais nos FILIAMOS. Ao filiarmo-nos, tornamo-nos AMIGOS, integrantes daquelas instituições sociais. Porque FILIAR é AMIGAR, no valaor aristotélico da palavra.
Manter a amizade na sociedade imaginada pelo Filósofo Aristóteles passa a ser utópico, a partir do instante em que a competição surge, necessariamente, em razão da estruturação da cidade ou instituições com a existência de cargos a serem ocupados. A espontaneidade da AMIZADE se perde na necessidade do controle, geerador do poder que, por sua vez, exalta a vaidade que estimula o egoismo.

QUADRILHA (IMBRA)

A visão de quadrilhas no mundo do crime apresenta uma estratificação social bem variada. A sociedade está habituada a classificar de bandidos os pobres coitados, oriundos da classe inferior, o que tem se tornado cada vez mais evidente um grande erro de avaliação. Os criminosos, ao contrário dos antigos valores, estão mais qualificados do que se possa imaginar. As profissões, de nivel superior, não são mais característica de ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA. Os golpes no cidadão estão mais aperfeiçoados.
Vejamos o que aconteceu com a empresa IMBRA, golpeando 25 mil clientes com a fraude da implantodontia. Profissionais da área de saúde, explorando e ROUBANDO abertamente aqueles que buscaram uma solução para seus problemas de SAÚDE BUCAL. ONDE ESTÁ A JUSTIÇA ? A fiscalização do governo que permite a AÇÃO de marginais de ALTO NÍVEL, transitarem livremente em nosso território, ASSALTANDO como bem querem. Sabemos que não há prisão suficiente para tantos. Porém, como é necessário acabar com tanta facilidade de ação dos criminosos, também sabemos. Pelo amor de DEUS, basta !!!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

METADE PÁSSARO

A mulher do fim do mundo
Dá de comer às roseiras,
Dá de beber às estátuas,
Dá de sonhar aos poetas.

A mulher do fim do mundo
Chama a luz com um assobio, faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
Desvia o curso dos sonhos,
Escreve cartas ao rio,
Me puxa do sono eterno
Para os seus braços que cantam.

(Murilo Mendes)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

BRANCA

Quero um tema
de teima
falando de amor
falando que existo
mostrando que sou
homem humano
querendo viver
no mundo das rosas

brancas
brancas
brancas

Sem um pingo vermelho
que sinta receio de me aproximar
pois apesar de ser rosa
não quero rosa
na cor
prefiro rosa flor

Rosa imaculada
branca meu amor
branca minha flor

(A.Guimarães)

O POSTE

Estrtanha massa de concreto
sólido
desumano
Alta palmeira plantada
pelo ato humano
As ramificações luzem à noite
E tiram a cidade das trevas


O cimento rude escora
e ancora veículos sem governo
levando vidas
sem vida
em vida

Para-peito do bêbado angustiado
que repousa aos pés do leito seco
umidecido pelos cães na hora do mijo


A árvore sai e dá lugar
ao monumento erguido
na superfície sem raízes
que brota para o futuro
(A.Guimarães)