Em 2004 tive a honra de conhecer o Poeta e Pensador fluminense, Luis Antonio Pimentel. Foi numa manhã de sábado, num daqueles encontros culturais promovidos pelo amigo número UM da cultura niteroiense, Carlos Mônaco, na Livraria Ideal. Lançava meu livro de crônicas Meu Tempo Nosso Tempo.
Aos 92 anos de idade lá estava o Sr.Luis Antonio Pimentel transmitindo mais uma lição de vida, provando que a idade não tem limite para quem ama a cultura e prestigia os eventos dos amigos.
Agora, aos 100 anos, o Jornalista, Poeta e Pensador, nos brinda com mais uma obra, que henriquece a galeria dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos.
Jorginho, o menino de ouro desperta o leitor para uma ação e reação frente a uma sociedade marcada pelo antagonismo entre as classes sociais, que gera a abundância e a riqueza assim como a pobreza e a miséria. Numa atmosfera nostálgica e realista, conduz à urgência de uma mudança de atitude de cada ser humano, em prol dos outros, da vida do outro, pelo outro. (Marilyn de L. B. R. de Souza)
segunda-feira, 28 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
CAMPANHA PARA UMA SOCIEDADE FUTURA
Dê um Livro de presente junto com um Brinquedo, para que o futuro leitor nunca desapareça. A criança que lê vai mais longe em sua projeção como cidadão.
Essa corrente pode ser fortalecida com a vontade dos pais e amigos da criança.
Essa corrente pode ser fortalecida com a vontade dos pais e amigos da criança.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
ESCRITOR
Não sou um escritor mas um servidor da leitura, com o propósito de resgatar o que considero mais sublime na educação de um cidadão, o hábito de ler. Explorando o tempo em que a falta de tempo é temático, elaboro pequenos textos para favorecer a uma leitura dinâmica.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
" O último em canto "
Este é o título da nova fábula que o autor acaba de lançar, sendo a segunda de uma coletânea que está escrevendo. Trata-se de uma história entre duas cigarras que se apaixonam e vivem um amor encantado pela beleza do colorido de nossa Mata Atlântica. Zip-zip escolheu sua amada Zizi para com ela enfrentar os perigos da floresta e juntos contribuirem para a preservação da espécie, definindo o ponto de encontro onde o verde o o amarelo da mata incentivaram o eterno amor vivido por elas.
"O último em canto" é uma história de amor à natureza, de amor a arte e... de amor à vida.
"O último em canto" é uma história de amor à natureza, de amor a arte e... de amor à vida.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
LANÇAMENTOS
Os lançamentos de novembro em Curitiba e Florianópolis, dos livros "A Formiga Solitária" e "Jorginho, o menino de ouro", respectivamente, contaram com todo apoio incondicional das livrarias Curitiba e Catarinense, cuja atenção ao autor com preparação do espaço para autógrafos é exemplar para qualquer livraria.
Essas obras literárias, que foram lançadas nos dias 23/11/2011, em Curitiba, no Shopping Estação, e no dia 26/11, na Catarinense Shopping Beiramar, estão à disposição do público infantil, sob avaliação de pais e mestres.
Essas obras literárias, que foram lançadas nos dias 23/11/2011, em Curitiba, no Shopping Estação, e no dia 26/11, na Catarinense Shopping Beiramar, estão à disposição do público infantil, sob avaliação de pais e mestres.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
O SONHO DE ARISTÓTELES
O filósofo grego, que viveu a cerca de 2.500 anos atrás, já sonhava com uma sociedade feliz, enveredando pelos caminhos do relacionamento humano.
A Grécia Antiga, berço da nossa civilização cultural, com os exemplos da mitologia, do teatro, da música e da sabedoria milenar filosófica, nos legou esta noção de felicidade.
O pensador Aristóteles tomou a palavra FILIA, que significa amizade, para idealizar uma Cidade Feliz. Para ele todos os habitantes da cidade deveriam relacionar-se como verdadeiros amigos. O que se espera de um relacionamenteo entre amigos nada mais é do que o melhor possível: de inteira respeitabilidade.
Indo um pouco mais adiante, na etimologia da palavra, verificamos a importância das Associações, Sindicactos e Grêmios, Clubes, entre tantos, aos quais nos FILIAMOS. Ao filiarmo-nos, tornamo-nos AMIGOS, integrantes daquelas instituições sociais. Porque FILIAR é AMIGAR, no valaor aristotélico da palavra.
Manter a amizade na sociedade imaginada pelo Filósofo Aristóteles passa a ser utópico, a partir do instante em que a competição surge, necessariamente, em razão da estruturação da cidade ou instituições com a existência de cargos a serem ocupados. A espontaneidade da AMIZADE se perde na necessidade do controle, geerador do poder que, por sua vez, exalta a vaidade que estimula o egoismo.
A Grécia Antiga, berço da nossa civilização cultural, com os exemplos da mitologia, do teatro, da música e da sabedoria milenar filosófica, nos legou esta noção de felicidade.
O pensador Aristóteles tomou a palavra FILIA, que significa amizade, para idealizar uma Cidade Feliz. Para ele todos os habitantes da cidade deveriam relacionar-se como verdadeiros amigos. O que se espera de um relacionamenteo entre amigos nada mais é do que o melhor possível: de inteira respeitabilidade.
Indo um pouco mais adiante, na etimologia da palavra, verificamos a importância das Associações, Sindicactos e Grêmios, Clubes, entre tantos, aos quais nos FILIAMOS. Ao filiarmo-nos, tornamo-nos AMIGOS, integrantes daquelas instituições sociais. Porque FILIAR é AMIGAR, no valaor aristotélico da palavra.
Manter a amizade na sociedade imaginada pelo Filósofo Aristóteles passa a ser utópico, a partir do instante em que a competição surge, necessariamente, em razão da estruturação da cidade ou instituições com a existência de cargos a serem ocupados. A espontaneidade da AMIZADE se perde na necessidade do controle, geerador do poder que, por sua vez, exalta a vaidade que estimula o egoismo.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
METADE PÁSSARO
A mulher do fim do mundo
Dá de comer às roseiras,
Dá de beber às estátuas,
Dá de sonhar aos poetas.
A mulher do fim do mundo
Chama a luz com um assobio, faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
Desvia o curso dos sonhos,
Escreve cartas ao rio,
Me puxa do sono eterno
Para os seus braços que cantam.
(Murilo Mendes)
Dá de comer às roseiras,
Dá de beber às estátuas,
Dá de sonhar aos poetas.
A mulher do fim do mundo
Chama a luz com um assobio, faz a virgem virar pedra,
Cura a tempestade,
Desvia o curso dos sonhos,
Escreve cartas ao rio,
Me puxa do sono eterno
Para os seus braços que cantam.
(Murilo Mendes)
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